PGR LONGEVIDADE

Projeto Gerontológico de Referência em Saúde e Envelhecimento Saudável

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Pauta | Dia da Pessoa Idosa: alimentação também é ferramenta de autonomia e qualidade de vida depois dos 60+

Com a proximidade do Dia da Pessoa Idosa (1º de outubro), uma possibilidade de abordagem é discutir como a relação com a alimentação se transforma ao longo do envelhecimento e por que comer bem nessa fase da vida envolve muito mais do que escolher determinados nutrientes ou simplesmente seguir uma dieta.

Mudanças no organismo, hábitos construídos ao longo de décadas, dificuldade para adaptar o cardápio, acesso à informação, planejamento e preparo das próprias refeições e até questões relacionadas à convivência e à socialização podem interferir diretamente na alimentação da pessoa idosa.

Nesse contexto, a educação alimentar pode ter um papel importante não apenas na promoção da saúde, mas também na manutenção da autonomia, da independência e da qualidade de vida. Orientações que considerem a realidade, os hábitos e as possibilidades de cada pessoa tendem a ser mais aplicáveis ao cotidiano do que recomendações genéricas ou restritivas.

Entre os aspectos que podem ser abordados estão:

  • o que muda na relação com a alimentação depois dos 60 anos;
  • dificuldades e dúvidas mais recorrentes entre pessoas idosas;
  • como adaptar orientações nutricionais à realidade e aos hábitos de quem envelhece;
  • a relação entre alimentação, autonomia, convivência e qualidade de vida;
  • o papel da educação alimentar na prevenção de doenças crônicas e na promoção de um envelhecimento mais saudável;
  • como memória afetiva, cultura alimentar e vínculos sociais também influenciam a forma como as pessoas idosas se alimentam.

Fonte : Assessoria de imprensa INTECS

Organização Mundial da Saúde (OMS) — envelhecimento saudável, autonomia e qualidade de vida.

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